O que será da humanidade sem informação?
Se todos já vivem alienados...
Quem duvidará do caos caso a informação seja extinta?
Pois é isso que ocorre atualmente, indiretamente ou não...
Estou falando do direito do estudante ou formado em jornalismo.
O jornalismo é, literalmente, a profissão que forma opinião!
E de grande importância a sociedade.
A história nos diz isso.
Não só o passado, como o presente.
Mas o equívoco de desvalorizar esta profissão fez com que estes estudantes e profissionais se escondessem ou optassem por outros caminhos.
E assim a sociedade perde grandes profissionais...
Por causa de uma decisão inapropriada...
O diploma de jornalista deve ser exigido!
Porque jornalismo não é feito de qualquer forma...
Jornalismo é feito com apuração!
E não apenas alguns pensamentos próprios exposto em textos...
É extremamente necessário sim, o tempo suficiente de estudo.
Ou seja, a busca pelo conhecimento, o ensino superior e por fim o diploma.
O pior desta história...
É que desvalorizou muito o profissional desta área,
O salário diminuiu mas aqueles que persistiram e continuaram os estudos,
Ainda tiveram aumento em suas mensalidades.
Ou seja, não importa se o diploma foi desvalorizado, o que importa é as universidades Sugarem dinheiro.
Já há escassez de emprego, nesta área o sofrimento é maior...
Quando encontra, é explorado e não recebe o que é digno de receber.
Por mais que seu trabalho seja impecável, o salário é uma vergonha!
E mesmo assim, aqueles que amam a profissão, insistem e sofrem pra suprir as
mensalidades.
Tudo por causa de meia dúzia de incapacitados que não conseguem enxergar o quão
Necessário é a experiência de estar numa universidade cursando jornalismo para ser
Um jornalista.
Não um médico que vira jornalista só porque fez uns rabiscos e chamou de artigo.
Imagino o que passa na mente daqueles que começaram a universidade, ou que estão pra Começar a estudar nesta área...
A esperança foi morta a sangue frio no coração destas pessoas!
O desespero, a dúvida de continuar ou não.
A pressão dos pais criticando e dizendo para desistir desta profissão porque não tem
Futuro, já que não é obrigatório o diploma.
O sofrimento daqueles que demoraram tanto pra ter certeza do que queriam...
E quando decidiram, esta bomba explodiu.
Quantas pessoas se encontraram confusas e perdidas?
Até quando isso vai se estender?
Até que não haja mais jornalista e a sociedade esteja sofrendo a escassez da
Informação?
Cada profissão tem a sua importância, a sua função que faz a diferença na sociedade.
E, portanto, é necessário o conhecimento específico da área.
Sem desprezar aquelas profissões que têm a sua particularidade...
Mesmo que, de tão subjetiva, pareça inútil...
Sim, tem a sua importância e extrema necessidade!
Eu poderia dizer que isto é jornalismo, como está na moda dizer...
Só por escrever um texto opinativo...
Teoricamente, como dizem, poderia considerar-me jornalista.
Isso é uma hipocrisia.
Mal sabem que, na prática, não funciona assim.
Não há preparo.
Fica aqui a minha indignação, e apenas isso...
Porque pra ser jornalista, é necessário sim o conhecimento do mesmo.
Lindsey Soren.
quinta-feira, 4 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Um verso real.
Ontem chorei.
Não por fraqueza, não por tristeza
Apenas por voltar ao passado e lembrar me de alguns momentos...
Lembrei me que um certo dia me enchi de alegria por encontrar um emprego.
E naquele dia uma grande esperança crescia pela oportunidade de uma situação melhor.
Não digo que era um emprego de se orgulhar...
Porém vejo isto com outro olhar!
Parecia me, de início, um sofrimento, um sacrifício!
Suportar aquela chefia era como estar diante de um precipício!
Mas vi que tudo o que aconteceu foi propósito de algo bem maior...
Percebi que vivi tudo isso para ser a chave usada para abrir uma porta.
A porta que levaria uma certa conhecida ao único caminho da vida.
Todo esse labirinto para chegar até esta alma.
Poderia lamentar me por um tempo perdido em aborrecimentos...
Mas se Deus permitiu que tudo isso acontecesse,
É porque havia um plano perfeito a ser concretizado.
Hoje vejo que faria tudo de novo.
Porque uma vida foi salva, e apenas isso que importa.
Não tente entender os propósitos de Deus,
Pois poderá questioná-los consequentemente...
Apenas obedeça com alegria...
E verás a perfeição.
Lindsey Soren.
Não por fraqueza, não por tristeza
Apenas por voltar ao passado e lembrar me de alguns momentos...
Lembrei me que um certo dia me enchi de alegria por encontrar um emprego.
E naquele dia uma grande esperança crescia pela oportunidade de uma situação melhor.
Não digo que era um emprego de se orgulhar...
Porém vejo isto com outro olhar!
Parecia me, de início, um sofrimento, um sacrifício!
Suportar aquela chefia era como estar diante de um precipício!
Mas vi que tudo o que aconteceu foi propósito de algo bem maior...
Percebi que vivi tudo isso para ser a chave usada para abrir uma porta.
A porta que levaria uma certa conhecida ao único caminho da vida.
Todo esse labirinto para chegar até esta alma.
Poderia lamentar me por um tempo perdido em aborrecimentos...
Mas se Deus permitiu que tudo isso acontecesse,
É porque havia um plano perfeito a ser concretizado.
Hoje vejo que faria tudo de novo.
Porque uma vida foi salva, e apenas isso que importa.
Não tente entender os propósitos de Deus,
Pois poderá questioná-los consequentemente...
Apenas obedeça com alegria...
E verás a perfeição.
Lindsey Soren.
Tempo sem tempo
Despertador!
Acordar, cansaço, mais dez minutinhos.
Não posso atrasar, vou levantar e logo cedo correr de fininho.
Banho agora e sem demora, o tempo corre lá fora.
Café da manhã é luxo, o tempo não espera.
Ônibus lotado, todo mundo estressado correndo atrás do tempo.
Cada um preocupado com o seu umbigo, o individualismo vive o seu momento.
É mais um dia de trabalho e não há mais nada ao redor.
Tudo está te absorvendo, e absorvendo o seu melhor!
E isso acontece todo dia,o dia todo.
A rotina é a menina exigente que te cerca o tempo todo.
Que te cobra a pontualidade e a dedicação.
Tudo acontece de novo,
E apesar de ser de novo, nada há de novo nisso.
A volta pra casa parece ser um suspiro...
A breve esperança pelo descanso pois o amanhã vem a seguir.
E ao chegar em casa, não quer saber de nada, apenas de dormir.
Parece uma máquina programada e limitada a realizar tão pouco...
Tudo tão enfastioso, angustioso, pressuroso.
Não há tempo para ter tempo.
Tudo se move ao redor dos minutos...
Pouco tempo pra viver,
Pouco tempo pra respirar,
Menos tempo pra Deus.
Logo cedo, não há tempo
Porque o dia começa sem tempo.
Durante o dia, não há tempo
Porque as responsabilidades o sufocam o dia inteiro.
E a noite, ainda menos tempo
Porque o cansaço é sempre o vencedor.
Assim é a realidade da vida...
Assim se distancia os homens de Deus.
Os homens que eram de Deus
E que agora, pertencem ao tempo.
Lindsey Soren.
Acordar, cansaço, mais dez minutinhos.
Não posso atrasar, vou levantar e logo cedo correr de fininho.
Banho agora e sem demora, o tempo corre lá fora.
Café da manhã é luxo, o tempo não espera.
Ônibus lotado, todo mundo estressado correndo atrás do tempo.
Cada um preocupado com o seu umbigo, o individualismo vive o seu momento.
É mais um dia de trabalho e não há mais nada ao redor.
Tudo está te absorvendo, e absorvendo o seu melhor!
E isso acontece todo dia,o dia todo.
A rotina é a menina exigente que te cerca o tempo todo.
Que te cobra a pontualidade e a dedicação.
Tudo acontece de novo,
E apesar de ser de novo, nada há de novo nisso.
A volta pra casa parece ser um suspiro...
A breve esperança pelo descanso pois o amanhã vem a seguir.
E ao chegar em casa, não quer saber de nada, apenas de dormir.
Parece uma máquina programada e limitada a realizar tão pouco...
Tudo tão enfastioso, angustioso, pressuroso.
Não há tempo para ter tempo.
Tudo se move ao redor dos minutos...
Pouco tempo pra viver,
Pouco tempo pra respirar,
Menos tempo pra Deus.
Logo cedo, não há tempo
Porque o dia começa sem tempo.
Durante o dia, não há tempo
Porque as responsabilidades o sufocam o dia inteiro.
E a noite, ainda menos tempo
Porque o cansaço é sempre o vencedor.
Assim é a realidade da vida...
Assim se distancia os homens de Deus.
Os homens que eram de Deus
E que agora, pertencem ao tempo.
Lindsey Soren.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Incerto
Quero aqueles dias pequenos de volta...
Aqueles breves dias em que a vida se limitava em pequenas responsabilidades.
Quando não conhecia o mundo e suas maldades.
Não existia preocupação no amanhã, no andar com as minhas próprias pernas.
Nem, tampouco, na vaidade, no fazer a beleza se tornar eterna.
Nada era tão importante...
Tudo se resumia em pouco.
Lembro dos dias que chovia, e enquanto olhava a chuva cair,
Apreciava o cinza do céu, admirava o perfume da terra molhada.
Aquele momento parecia ser eterno.
Não pensava no que viria...
No que eu precisava lutar pra conseguir adiante.
Não sentia medo das minhas conquistas estarem distantes.
Vivia o presente, sem temer.
Mas um dia, o que é breve deixa de ser...
Porque é curto, e passa logo.
A vida vai sem pedir permissão.
Sem parar o tempo pra te conceder a oportunidade de pensar e decidir o que fará dela.
Enquanto pensas, ela vai...
E carrega o seu tempo, mesmo que vazio.
Não importa.
Já foi.
Talvez seja injusto pensar assim...
Mas é a sinceridade dos meus sentimentos neste instante.
Pode parecer apenas o simples fato de acordar num dia ruim,
Até lamento por não ser só isso...
No entanto quando o incerto se estende por tanto tempo,
Algo dentro de si começa a entrar em conflito...
Até não suportar mais.
As chuvas viraram tempestades...
Não há mais dias iguais.
Aqueles breves dias em que a vida se limitava em pequenas responsabilidades.
Quando não conhecia o mundo e suas maldades.
Não existia preocupação no amanhã, no andar com as minhas próprias pernas.
Nem, tampouco, na vaidade, no fazer a beleza se tornar eterna.
Nada era tão importante...
Tudo se resumia em pouco.
Lembro dos dias que chovia, e enquanto olhava a chuva cair,
Apreciava o cinza do céu, admirava o perfume da terra molhada.
Aquele momento parecia ser eterno.
Não pensava no que viria...
No que eu precisava lutar pra conseguir adiante.
Não sentia medo das minhas conquistas estarem distantes.
Vivia o presente, sem temer.
Mas um dia, o que é breve deixa de ser...
Porque é curto, e passa logo.
A vida vai sem pedir permissão.
Sem parar o tempo pra te conceder a oportunidade de pensar e decidir o que fará dela.
Enquanto pensas, ela vai...
E carrega o seu tempo, mesmo que vazio.
Não importa.
Já foi.
Talvez seja injusto pensar assim...
Mas é a sinceridade dos meus sentimentos neste instante.
Pode parecer apenas o simples fato de acordar num dia ruim,
Até lamento por não ser só isso...
No entanto quando o incerto se estende por tanto tempo,
Algo dentro de si começa a entrar em conflito...
Até não suportar mais.
As chuvas viraram tempestades...
Não há mais dias iguais.
domingo, 20 de setembro de 2009
Estive caminhando por uma estrada larga.
Parecia-me confortável aos pés.
Sem dificuldades,sem pedras, sem carga.
Porém em passos tortos como de infiés.
Uma multidão seguindo o mesmo rumo...
Sem conhecer o destino.
Havia, ainda, um outro caminho...
Parecia-me estreito, poucos o seguiam.
Talvez ali,eu me sentisse sozinho.
Por que seguir um caminho complicado, aos olhos...
Se há o direito de escolher e optar pelo mais fácil?
Por que não satisfazer as vontades próprias?
Mas continuei a observar o outro caminho...
E vi fé no olhar.
Ainda que imperfeitos, todos conheciam o único destino.
Aquele que está muito acima de todas as adversidades.
E quanto mais apareciam as dificuldades, maior era sua força.
Percebi, então, que o caminho que seguia levaria ao abismo.
Porque, apesar de aparentar ser um caminho agradável,
Havia tanto sofrimento!
Não era possível plantar naquelas terras.
E apesar de tantos seguindo aquele caminho...
Na verdade, ali eu me sentia sozinho.
Porque cada um vivia pra si mesmo em favor da própria vontade.
A reflexão me fez converter esse rumo.
Mas foi um choque, todos estavam contra mim.
E como um muro de concreto tentavam barrar- me na contra-mão.
Mesmo assim perseverei até chegar ao caminho estreito.
Percebi que aquele caminho, na verdade, era luz!
Luz que tentava resgatar do mundo pessoas como eu, que seguia para a morte.
Ninguém vivia para si mesmo.
Ao contrário da estrada larga, todos doavam suas vidas para salvar vidas!
Observando isso, percebi também que ninguém fazia isso para sua própria glória,
Mas para servir o Verdadeiro Mestre!
E todos seguiam em direção a vida eterna.
Um dia eu cheguei a pensar que estava no meu fim,
E que não seria possível mudar meu rumo.
Era caso perdido...
Até ver que o fim pode ser a esperança para um recomeço.
Ainda haverá escolha até o último suspiro.
Tende bom ânimo!
O recomeço pode ser a nova vida que o levará a salvação.
Busque agora no tempo que lhe é dado.
A morte pode parecer o fim, mas é só o começo.
Parecia-me confortável aos pés.
Sem dificuldades,sem pedras, sem carga.
Porém em passos tortos como de infiés.
Uma multidão seguindo o mesmo rumo...
Sem conhecer o destino.
Havia, ainda, um outro caminho...
Parecia-me estreito, poucos o seguiam.
Talvez ali,eu me sentisse sozinho.
Por que seguir um caminho complicado, aos olhos...
Se há o direito de escolher e optar pelo mais fácil?
Por que não satisfazer as vontades próprias?
Mas continuei a observar o outro caminho...
E vi fé no olhar.
Ainda que imperfeitos, todos conheciam o único destino.
Aquele que está muito acima de todas as adversidades.
E quanto mais apareciam as dificuldades, maior era sua força.
Percebi, então, que o caminho que seguia levaria ao abismo.
Porque, apesar de aparentar ser um caminho agradável,
Havia tanto sofrimento!
Não era possível plantar naquelas terras.
E apesar de tantos seguindo aquele caminho...
Na verdade, ali eu me sentia sozinho.
Porque cada um vivia pra si mesmo em favor da própria vontade.
A reflexão me fez converter esse rumo.
Mas foi um choque, todos estavam contra mim.
E como um muro de concreto tentavam barrar- me na contra-mão.
Mesmo assim perseverei até chegar ao caminho estreito.
Percebi que aquele caminho, na verdade, era luz!
Luz que tentava resgatar do mundo pessoas como eu, que seguia para a morte.
Ninguém vivia para si mesmo.
Ao contrário da estrada larga, todos doavam suas vidas para salvar vidas!
Observando isso, percebi também que ninguém fazia isso para sua própria glória,
Mas para servir o Verdadeiro Mestre!
E todos seguiam em direção a vida eterna.
Um dia eu cheguei a pensar que estava no meu fim,
E que não seria possível mudar meu rumo.
Era caso perdido...
Até ver que o fim pode ser a esperança para um recomeço.
Ainda haverá escolha até o último suspiro.
Tende bom ânimo!
O recomeço pode ser a nova vida que o levará a salvação.
Busque agora no tempo que lhe é dado.
A morte pode parecer o fim, mas é só o começo.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
"vinte de fevereiro de dois mil e nove"
O amor verdadeiro tudo espera, tudo supera.
Eis o amor que vai além do verão,
Que não é uma mera paixão.
Amor fiel, de alicerce forte.
Nasce, cresce, mas não conhece a morte.
Amor que venceu o sofrimento, o tempo.
Resistiu e se uniu a esperança.
Conquistou seu tão desejado amor numa noite de fevereiro.
E apesar do barulho, só ouvia o som do seu coração...
Semeava então, o amor verdadeiro.
Lembro-me das lágrimas sinceras...
Das poucas palavras diante da espera.
Aquele abraço confortante que me disse tantas coisas.
Não existia ninguém ao meu redor...
Só você e eu.
Nada me importava além daquele momento especial.
Descobri o amor, descobri o homem ideal.
Assim como na noite do dia vinte,
Hoje vim-te dizer: te amo!
Lindsey Soren
(Fernando Galvão)
Eis o amor que vai além do verão,
Que não é uma mera paixão.
Amor fiel, de alicerce forte.
Nasce, cresce, mas não conhece a morte.
Amor que venceu o sofrimento, o tempo.
Resistiu e se uniu a esperança.
Conquistou seu tão desejado amor numa noite de fevereiro.
E apesar do barulho, só ouvia o som do seu coração...
Semeava então, o amor verdadeiro.
Lembro-me das lágrimas sinceras...
Das poucas palavras diante da espera.
Aquele abraço confortante que me disse tantas coisas.
Não existia ninguém ao meu redor...
Só você e eu.
Nada me importava além daquele momento especial.
Descobri o amor, descobri o homem ideal.
Assim como na noite do dia vinte,
Hoje vim-te dizer: te amo!
Lindsey Soren
(Fernando Galvão)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Conheço-me?
- Conhece-tes?
Ou tens um conceito formado de si mesmo?
A mente é uma raposa astuta,
Engana-se se adota toda verdade que nela há.
Se fosse possível conhecermo-nos por absoluto,
Talvez seria possível ver a si mesmo sem reflexo.
Assim como qualquer outro nos vê.
Será que és um estranho para si mesmo?
Será que esse tal que dizes ser, é apenas o molde?
Não podemos ser quem queremos ser.
Se assim fôssemos, seriamos previsíveis.
E por tantas vezes surpreendemos a nossa própria identidade.
Como se houvesse muitas personalidades em uma única.
Talvez a identidade do indivíduo não exista,
Mas esteja sendo construída...
Já que de tempos em tempos há uma mudança.
Como se fosse uma manutenção eterna que busca a perfeição.
E mantém o sonho de conhecer a si mesmo.
Mas a verdade é que ninguém se conhece.
Apenas molda uma identidade de acordo com as exigências a sua volta.
Até se convence de que esta é a sua verdadeira personalidade.
E nunca se pergunta:
Conheço-me?
- Conhece-tes?
Talvez por isso nunca serás o mesmo o tempo todo,
Até o fim da vida.
Assim como seria essa poesia.
Lindsey Soren
Ou tens um conceito formado de si mesmo?
A mente é uma raposa astuta,
Engana-se se adota toda verdade que nela há.
Se fosse possível conhecermo-nos por absoluto,
Talvez seria possível ver a si mesmo sem reflexo.
Assim como qualquer outro nos vê.
Será que és um estranho para si mesmo?
Será que esse tal que dizes ser, é apenas o molde?
Não podemos ser quem queremos ser.
Se assim fôssemos, seriamos previsíveis.
E por tantas vezes surpreendemos a nossa própria identidade.
Como se houvesse muitas personalidades em uma única.
Talvez a identidade do indivíduo não exista,
Mas esteja sendo construída...
Já que de tempos em tempos há uma mudança.
Como se fosse uma manutenção eterna que busca a perfeição.
E mantém o sonho de conhecer a si mesmo.
Mas a verdade é que ninguém se conhece.
Apenas molda uma identidade de acordo com as exigências a sua volta.
Até se convence de que esta é a sua verdadeira personalidade.
E nunca se pergunta:
Conheço-me?
- Conhece-tes?
Talvez por isso nunca serás o mesmo o tempo todo,
Até o fim da vida.
Assim como seria essa poesia.
Lindsey Soren
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